"Muitas formas de ensinar hoje não se justificam mais. Tanto
professores como alunos temos a clara sensação de que muitas aulas
convencionais estão ultrapassadas. Mas, para onde mudar? "
( Manuel Moran 2013)
Antes de chegar a escola, a criança já passou por processos de educação importantes: pelo familiar e pela mídia eletrônica, principalmente pela televisão. A relação com a mídia é prazerosa - ninguém obriga que ela ocorra. Ela fala do cotidiano, dos sentimentos e das novidades. A mídia continua educando enquanto estamos entretidos.
Embora não se possa esperar milagres das novas tecnologias, ela pode criar situações de ensino-aprendizagem, dependendo do uso que se faz dela. Atividades que facilitam a alfabetização ou a memorização de determinados assuntos chamam-se Objetos de aprendizagem.
Como entendermos isso?
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Um O.A pode ser utilizado, reutilizado ou referenciado
durante o aprendizado
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Os OAs podem ser criados em qualquer mídia ou formato, podendo ser simples como uma animação ou uma apresentação de slides, ou complexos como uma simulação.
As características e elementos que compõem os Objetos de Aprendizagem em sua estrutura e operacionalidade, segundo Mendes (2004), são apresentadas resumidamente e, na sequência, explicadas com mais detalhes.
• Reusabilidade: o objeto deverá ser reutilizável diversas vezes em diferentes contextos de aprendizagem.
• Adaptabilidade: adaptável a qualquer ambiente de ensino.
• Granularidade: é o “tamanho” de um objeto. Um OA de maior granularidade é considerado pequeno, ou em estado “bruto”, como a imagem da Mona Lisa, um texto ou um fragmento de áudio. Um OA de menor granularidade pode ser uma página web inteira, que combina textos, imagens e vídeos, por exemplo.
• Acessibilidade: acessível facilmente via Internet para ser usado em diversos locais.
• Durabilidade: possibilidade de continuar a ser usado, independente da mudança de tecnologia.
Ficou mais claro? Vamos trabalhar?

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